• Apresentação
  • História
  • Missão

A ABESD – Associação de Defesa dos Clientes Bancários – é uma associação privada sem fins lucrativos que presta apoio a particulares e pequenas empresas, lesados por vendas fraudulentas de entidades bancárias nacionais, suas sucursais e filiais exteriores.

Nasceu para representar clientes bancários não qualificados no Dubai, Luxemburgo, Miami, Panamá, Suiça e Região Autónoma da Madeira, tendo mais recentemente alargado a sua representatividade através da inclusão de várias dezenas de emigrantes e suas famílias, nomeadamente, com origem na Venezuela e na África do Sul.

A Associação foi fundada em 29 de julho de 2014 por um grupo de voluntários, lesados por diversas entidades do Grupo Espírito Santo (GES), que sentiram necessidade de constituir um grupo coeso que congregasse a defesa dos seus interesses comuns, uma vez que a título individual teriam muita dificuldade em suportar todos os custos jurídicos envolvidos.

Os estatutos da ABESD podem ser consultados aqui.

A nossa missão é inequívoca e passa por apoiar pequenos aforradores e empresas nacionais alvo de venda fraudulenta de produtos financeiros, em Portugal e no estrangeiro, perpetrada por instituições bancárias com centros de decisão em Portugal.

Trabalhamos também para prevenir situações de comportamento errado e ilegal de instituições de crédito, através da informação e sensibilização, apoio sociológico, jurídico, suporte ao trabalho legislativo, governamental, de regulação e cobertura mediática.

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  • Missão

A nossa missão é inequívoca e passa por apoiar pequenos aforradores e empresas nacionais alvo de venda fraudulenta de produtos financeiros, em Portugal e no estrangeiro, perpetrada por instituições bancárias com centros de decisão em Portugal.

Trabalhamos também para prevenir situações de comportamento errado e ilegal de instituições de crédito, através da informação e sensibilização, apoio sociológico, jurídico, suporte ao trabalho legislativo, governamental, de regulação e cobertura mediática.

Apoiar pequenos aforradores e empresas nacionais afetadas pela venda fraudulenta de produtos financeiros, em Portugal e no estrangeiro, perpetrada por instituições bancárias com centros de decisão em Portugal.

Prevenir situações de comportamento errado e ilegal de instituições de crédito, através da informação e sensibilização, apoio sociológico, jurídico, apoio ao trabalho legislativo, governamental, de regulação e cobertura mediática.

Em defesa de valores primordiais

Sem abdicar de uma ética intransigente, pugnamos por uma solução justa que permita aos pequenos e médios aforradores não qualificados, vítimas de misseling, finalmente recuperarem as suas poupanças.

Ética

Encontrar soluções justas e equilibradas.

Defendemos a igualdade de tratamento de todos os aforradores vítimas de misselling, independente do seu estrato social, idade, habilitações literárias, convicções políticas ou ideológicas.

Igualdade

Tratar da mesma forma aquilo que é igual.

Lutamos pelo reconhecimento e pela valorização da poupança em Portugal, como fator-chave de desenvolvimento do país e da economia nacional e principal garante da saúde do sistema bancário.

Poupança

Poupar não é crime.

  • EM QUE ACREDITAMOS?

    Defendemos a implementação de uma solução abrangente e equitativa para todos os aforradores nacionais não qualificados que, comprovadamente, tenham sido vítimas de misselling (residentes e emigrantes, das sucursais financeiras e da rede de retalho).

    O misselling de produtos financeiros tóxicos é um facto amplamente provado no caso do BES/GES para todos os clientes burlados (tanto residentes como emigrantes) e é também um denominador comum nos casos das restantes entidades bancárias alvo de nacionalização/resolução (BPP, BPN e BANIF).

    A ABESD pretende afirmar-se como uma Organização Não Governamental de referência da sociedade civil, especializada em inspirar respostas e em promover ações políticas de recuperação de perdas nas poupanças de aforradores não qualificados.

  • O QUE FAZEMOS?

    Desde 2014 que a ABESD tem mantido um contacto regular com os diferentes Grupos Parlamentares representados na Assembleia da República, Comissões de inquérito parlamentares, Presidência da República, Banco de Portugal e CMVM para encontrar uma solução abrangente para o problema do misselling.

    Sempre demonstramos vontade de encontrar alternativas que não impactassem negativamente o orçamento de Estado, tendo inclusivamente entregue à CMVM uma proposta que passaria pela constituição de um fundo de recuperação do capital, a prazo, com eventuais perdas para os aforradores.

    Lutamos para que sejam rapidamente implementadas, no mercado nacional, medidas firmes e eficazes que impeçam os clientes não qualificados de ter acesso a produtos financeiros desadequados ao seu perfil, e que ao mesmo tempo se aposte numa maior exigência de informação qualificada, rigorosa e verdadeira para transmitir aos aforradores.

    Iremos brevemente intentar ações judiciais contra entidades públicas e privadas envolvidas em processos de misselling.

  • PORQUÊ ADERIR?

    Todos os cidadãos nacionais burlados por instituições financeiras (com colocação deliberada de produtos tóxicos), quer sejam residentes em Portugal ou emigrantes no estrangeiro, estão convidados a se inscrever na ABESD e dessa forma contribuir ativamente para uma solução abrangente para este grave problema.

    No momento da adesão ganham acesso a informação priveligiada sobre o trabalho realizado, sobre a estratégia de atuação e sobre as iniciativas jurídicas que estão em curso. Os novos associados serão também livres de optar por se fazer representar pela nossa equipa de advogados (mediante um custo simbólico a acordar posteriormente) ou, pelo contrário, por contratar a sua própria defesa.

    A adesão é um processo simples e muito rápido, que pode ser realizado diretamente neste website.

    ADERIR AGORA

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